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Todos os dias surgem novas oportunidades para vender! Mesmo com isolamento, lockdown, pandemia… quem quer vender – se procurar se atualizar e não tiver medo – encontra um meio!

Você sabia, por exemplo, que é possível vender em mundos paralelos? Isso mesmo, um ambiente virtual pode gerar uma venda física real. Não é ficção, isso está acontecendo neste momento!

No artigo da última semana sobre pop-up stores digitais eu questionei a velocidade de varejistas para começar a vender pela internet. Afinal, o consumidor – mais do que nunca – está online o tempo todo e está comprando em apps e sites direto do conforto do seu lar.

Hoje quero falar para quem já está atuando com força no digital, explorando o e-commerce e a venda e a comunicação integradas em diferentes canais on e offline.

Os mundos paralelos podem ser os próximos canais a serem explorados e – melhor – com um potencial incomensurável. Já existem marcas investindo nisso e faturando! Acompanhe.

O que são mundo paralelos 

Os mundos paralelos são ambientes virtuais nos quais os usuários – através de seus personagens (ou avatares) interagem em um espaço que eles mesmos criam, moldam e ampliam constantemente.

Existem vários tipos de mundos paralelos, como por exemplo o Second Life, que simula a vida real e social do ser humano, lançado em 2003; o Habbo, de 2006, que oferece uma comunidade virtual em um hotel e os jogos construídos pelos próprios usuários, como o Minecraft e o The Sims, entre outros.    

Cada um destes ambientes possui suas próprias regras de convivência e também formas de consumo. Como, de alguma maneira, simulam o mundo real, os usuários precisam usar algum tipo de moeda para comprar objetos/habilidades dentro do jogo e poderem evoluir.

No início, cada plataforma criava a própria unidade de valor: moedas, diamantes, duckets, linden dollars, etc., que acabavam servindo apenas para o uso dentro do seu universo.  

Hoje, com a realidade das criptomoedas, como o Bitcoin e o Ethereum, entre outras, é possível que estes ambientes passem a usar unidades monetárias virtuais que possuem valor real no mundo físico. Ou seja, dentro de um mundo paralelo eu posso fazer uma ação que interage diretamente com mundo físico.

Ah, mas há muito tempo é possível comprar com o seu cartão de crédito recursos para melhorar a vida do seu personagem ou do seu perfil e um jogo virtual. Fato! Mas a interação a qual eu me refiro é mais profunda que isso. Veja esse exemplo.

Arte digital já movimenta milhões de dólares 

Você sabia que já é possível comprar uma obra de arte digital em uma galeria, como acontece no mundo real? Você pode ser o único dono desta obra, mesmo que ela possa ser reproduzida, e pode vendê-la posteriormente se quiser.

Isso acontece porque as obras de arte digitais possuem um NFT, um non-fungible token ou, em português, token não fungível, um comprovante de direito sobre algo que não pode ser trocado ou substituído por outro de igual qualidade ou valor.

A lógica é a mesma do mundo físico. Se um colecionador compra um quadro de Tarsila do Amaral em um leilão, ele leva a obra para casa junto com um documento da instituição que a vendeu de que aquela é a arte original, única, feita pela pintora.

Se uma cópia surge no mercado ou se a fotografia do quadro circula por aí, todos sabem que não se trata da obra verdadeira. Por isso essas reproduções não custam milhões como o quadro real, único e original que foi comprado no leilão.

No caso da arte física a originalidade das obras é atestada por especialistas, museus e casas de leilão renomadas.

No mundo virtual o artista registra sua obra criando um NFT para ela. O token não fungível é garantido pela tecnologia de blockchain, um registro digital de transações que funciona como um livro contábil compartilhado, onde todas as informações podem ser rastreadas e vistas por inúmeros membros de uma cadeia de forma transparente, o que impossibilita fraudes.

O mercado de arte digital – também chamada de crypto art – é uma realidade que movimenta muito dinheiro.

Na semana passada, o milionário indiano Vignesh Sundaresan comprou a obra de arte “Everydays: the First 5.000 Days”, uma colagem de 5.000 imagens digitais do artista americano Mike Winkelmann por 69,3 milhões de dólares (cerca de R$ 380 milhões). A venda foi feita pela histórica casa de leilões inglesa Christie’s.

O Trade Marketing nos mundos paralelos, obra de arte digital vendida por R$ 380 milhões.
“Everydays: the First 5.000 Days”, arte vendida por R$ 380 milhões
(Reprodução Christie´s)

Mas o que Trade Marketing deve ter em mente?   

As galerias de arte virtuais são mundos paralelos muito específicos, mas vamos olhar novamente para as já citadas plataformas que simulam a vida real ou servem de entretenimento.

Sua empresa pode criar uma “filial” dentro desses universos e oferecer produtos que você pode entregar na vida real. No final de fevereiro, por exemplo, o McDonald´s inaugurou uma loja dentro dos jogos Minecraft” e The Sims 4.

Com a mesma aparência da loja Méqui 1000, que a rede de restaurantes possui na Avenida Paulista, em São Paulo, o estabelecimento virtual é o primeiro restaurante funcional desses universos onde os usuários encontram um QR code que, ao ser escaneado, direciona o jogador para que ele faça um pedido via McDelivery.

Imagine fazer uma compra dentro do jogo e algum tempo depois a campainha tocar na sua casa com o produto sendo entregue. É isso!

Não vai demorar muito até que muitas outras marcas estejam presentes nestes universos virtuais oferecendo produtos e serviços. Isso vai significar uma outra frente de trabalho para o Trade Marketing que passará a ter o PDV físico, o digital e o virtual para cuidar, atualizando ofertas, fazendo campanhas e – sobretudo – observando o comportamento dos shoppers.

Trabalho não vai faltar. Oportunidades de venda também não. Pense nisso!

O Trade Marketing nos mundos paralelos, McDonald´s no Minecraft
Loja no Minecraft que reproduz a Méqui 1000 da Avenida Paulista
(Divulgação McDonald´s)

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Até a próxima semana!

About the author
Tarcísio Bannwart
Tarcísio Bannwart
Chief Executive Officer
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